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De olho nos financiamentos e investimentos em TIC na América Latina

Bnamericas Publicado: sexta-feira, 18 março, 2022
De olho nos financiamentos e investimentos em TIC na América Latina

A Oxio, empresa com sede em Nova York que opera no segmento de Telecom-as-a-Service (TaaS), afirmou que levantou US$ 40 milhões em um financiamento da Série B para expandir sua presença no México e entrar nos mercados norte-americano e brasileiro.

Lançada em 2018, a Oxio permite que empresas ofereçam serviços de telecomunicações para usuários finais e criem soluções corporativas sob medida, acessando e reunindo recursos de infraestrutura de operadoras de 4G e 5G usando métodos de IU e API.

A tecnologia white-label permite que empresas de fora do setor de telecomunicações lancem um serviço móvel personalizado.

O novo investimento foi liderado pela ParaFi Capital, com participação do Digital Currency Group, Ascend e Leyden, bem como de investidores existentes da Multicoin Capital, Monashees, Atlantico Capital e FinTech Collective, o investidor de capital semente Allan Green, da Candel & Partners, e investidores anjo da LightShed Partners e Sea Group.

A Oxio levantou US$ 65 milhões até o momento.

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O grupo brasileiro de soluções de pagamento Dock (antiga Conductor) abriu escritórios nas capitais do México, Peru, Chile e Colômbia como parte de uma expansão internacional, informou a empresa em um comunicado.

A Dock também está preparando o início das operações na Argentina, previsto para o final do mês, e ainda este ano no Equador e na República Dominicana.

A empresa afirma ser uma das maiores provedoras de infraestrutura de pagamentos da América Latina.

A expansão faz parte dos planos da Dock de explorar um mercado potencial de US$ 16 bilhões para serviços bancários e US$ 2,5 bilhões para processamento de cartões na América Latina. O processo também ocorre após uma série de aquisições recentes.

Em dezembro, a fintech anunciou a compra da empresa mexicana Cacao. Gerardo Bonilla, cofundador e ex-presidente da Cacao, foi nomeado diretor de receita para liderar as vendas e operações comerciais da Dock em todos os países, incluindo o Brasil.

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A associação chilena de proptech Proptech Chile projeta pelo menos US$ 450 milhões em capital levantado por empresas locais no segmento este ano, de cerca de US$ 250 milhões em 2021.

Com a plataforma Unissu, a associação mapeou mais de 120 startups de proptech, ou empresas de base tecnológica focadas no setor imobiliário, contra 25 antes da pandemia.

Na América Latina, o segmento é amplamente dominado pelo Brasil, com unicórnios como Quinto Andar e Loft liderando as iniciativas.

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A startup chilena QuePlan, que compara e cota planos de saúde, levantou US$ 1,5 milhão em uma primeira rodada de investimentos liderada pela Magma Partners VC para fortalecer suas operações na região andina e em outros mercados.

Além do Chile, a empresa tem presença na Colômbia e no Peru. Até o momento, a startup conta com capital próprio e programas e fundos estatais que apoiam o empreendedorismo, como Corfo Semilla e Corfo Growth.

Há três semanas, a empresa lançou uma nova plataforma chamada International Health, um marketplace que permite a comparação de planos de saúde em todo o mundo.

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A plataforma canadense de busca de empregos Talent abrirá um escritório na Cidade do México depois de arrecadar US$ 120 milhões em uma rodada da Série B.

O novo escritório deve ser inaugurado em abril e será o terceiro da empresa na América Latina, depois do Brasil (São Paulo) e da Colômbia (Medellín). A Talent também planeja focar na Argentina e no Chile em 2022.

A rodada foi liderada pela Inovia Capital e contou com a participação de Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), Investissement Québec, Climb Ventures, BDC Capital, Fondaction e HarbourVest Partners.  

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A Yuno, startup de pagamentos com sede na Colômbia, levantou US$ 10 milhões em uma rodada inicial para desenvolver novos produtos e contratar mais funcionários.

A rodada foi liderada pela Andreessen Horowitz, uma empresa de venture capital com sede no Vale do Silício, e o Kaszek, um dos principais fundos de capital de risco em estágio inicial da América Latina, e co-liderada pela Monashees, com a participação de Nazca, Latitud, OneVC, Opera Ventures, Saurabh Gupta (parceiro da DST Global) e investidores anjo.

A Yuno foi fundada no início deste ano por antigos executivos da Rappi e, além de seu mercado doméstico, tem como alvo Brasil e México.

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