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Naturgy injetará US$ 450 mi na distribuição de energia no Panamá

Bnamericas Publicado: quarta-feira, 07 dezembro, 2022
Naturgy injetará US$ 450 mi na distribuição de energia no Panamá

Duas distribuidoras de energia do Panamá – Empresa de Distribución Eléctrica Metro-Oeste (Edemet) e Empresa de Distribución Eléctrica Chiriquí (Edechi) – planejam investir US$ 450 milhões até o final de 2026.

As empresas, controladas pela Naturgy, com sede em Madri, revelaram as informações como parte da consulta do regulador de serviços públicos Asep para determinar a taxa de retorno a ser usada no cálculo da receita máxima permitida de 1º de julho de 2022 a 30 de junho de 2026.

Edechi e Edemet destacam que, nos últimos dois períodos tarifários (2014-18, 2018-22), seus investimentos foram superiores à demanda, o que, segundo as concessionárias, mostra que o investimento não serviu apenas para cobrir a demanda, mas também para melhorar a qualidade e a confiabilidade.

“No entanto, para além deste agressivo programa de investimentos que está em execução, a Asep não tem considerado a importância de uma taxa de rentabilidade adequada, que permita facilitar o acesso aos recursos necessários para a suficiência financeira”, acrescentam.

Para a outra distribuidora do Panamá, a Elektra Noreste (Ensa), controlada pelo Grupo EPM da Colômbia, “é incorreto usar o rating do país considerando que as empresas de distribuição não acessam fontes de liquidez por meio de empréstimos estatais, mas sim créditos por meio do sistema bancário nacional”.

As observações e recomendações estão disponíveis na Edechi, Edemet e Ensa, bem como na AES Panamá.

Em uma notícia relacionada, o regulador abriu uma consulta para determinar as áreas representativas, comparações de empresas e equações de eficiência a serem utilizadas no cálculo da receita máxima permitida para as três distribuidoras.

Métricas de outubro (Fonte: Asep)

A Asep também divulgou uma reação a uma proposta de alteração do regulamento referente à distribuição e comercialização de eletricidade.

Uma das preocupações manifestadas foi a necessidade de liberalizar a compra de capacidade por grandes usuários para permitir o acesso a preços mais competitivos.

Os comentários estão disponíveis em documentos da Rubén García, Dayana Fernández, Asociación de Grandes Clientes, AES Panamá, Enel Fortuna, Edechi, Edemet e Ensa.

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